A grande invasão
continuaram nas terras dos quilombolas
agora uma outra área desapropriada em favor de outra suposta indústria, Brasan-o
Industrial LTDA,as terras dos quilombolas foram pouco a pouco sendo tomada pelo
poder publico agora a maior delas uma área com 240.400 ou seja 10 alqueires
paulista, isto foi um absurdo pois a fabrica era uma pequena empresa com
metragem pouco a mais de 2000 mil metros quadrado e com poucos funcionários,
então porque 10 alqueires se não vai usar tudo, ai vem o grande desfecho uma
investida deste tamanho era para desestabilizar as famílias para que
desistissem de seus direitos sobre as terras do campo grande, mas isto só aumentou
a revolta e reforçou mais para que continuasse a lutarem usando agora os
direitos que as leis que protege os remanescentes de quilombolas.
Área doado a Brasan-o,
projeto de lei numero 459/77 de 16 de novembro 1977

Ate que em dois mil e três veio o decreto 4887 do então presidente lula e que deu um pouco mais de esperança aos quilombolas, junto com outras leis da constituição brasileira artigo 215 e 216, nisto foi então que começaram a se organizarem formando uma associação e fazendo o cadastro geral, procurando sempre as leis que lhe dava direito de reaver terras perdidas, sendo reconhecidos pela Fundação Cultural Palmares e pela organização internacional de terras OIT e outras resoluções , cadastro geral e certidão de reconhecimento ( anexo logo abaixo).
Ate o dia de
hoje ainda o poder publico desapropria as terras de quilombolas para fazer
projetos sociais, investindo pesado com verbas Federal e Estadual tornando cada
vez mais difícil para este povo reaver suas terras, esta comunidade é a mais
bem organizada de todo o Estado de São Paulo mesmo assim a luta é constante todos
os dias, esperamos que chegue ao fim.
Aguardem tem
mais.














